Como acabar com o vício em bebida alcoólica: causas e tratamentos

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Como acabar com o vício em bebida alcoólica envolve diversos fatores, e nem sempre a palavra cura é considerada ideal. Fora isso, vencer a batalha não depende somente de vontade. Vem comigo saber mais sobre o que pode estar por trás do abuso no consumo de álcool, além de tratamentos, dificuldades, condutas e expectativas.

O alcoolismo ocorre devido questões interligadas, incluindo genética, saúde mental, meio social e o modo com o qual o dependente de bebida alcoólica foi criado. As pessoas mais propensas a desenvolver o problema são as que possuem histórico familiar ou ligação muito próxima com outras que consomem bebidas alcoólicas excessivamente.

Indivíduos que sofrem de depressão, ansiedade e doença bipolar também fazem parte do grupo de risco, pois o álcool tende a ser utilizado como uma espécie de automedicação. Portanto, saber como acabar com o vício em bebida alcoólica é algo tão complexo quanto o próprio tratamento.

Falando nisso, durante muito tempo, a única opção de remédio para combater o alcoolismo era o Dissulfiram, conhecido popularmente como Antabuse, uma droga que provocava uma sensação de morte iminente.

As coisas começaram a ganhar novos rumos a partir de 1990, quando estudos clínicos e outras fontes de análise de dados ajudaram a dividir os dependentes de álcool em duas categorias principais:

1. Grupo dos que experimentam grande excitação ao beber; são os que, nas festas estudantis dominam a cena, têm segurança para falar à vontade, rir e fazer algazarra. A bebida alcoólica para eles é fonte de euforia e autovalorização.
Os que pertencem a esta categoria tendem a apresentar problemas por uso abusivo já aos 20 ou 30 anos. E mais: em geral, há outros casos de dependência de álcool na família.

2. O segundo grupo inclui os ansiosos, que apostam no álcool para diminuir o estresse e ansiedade. É comum às pessoas desta categoria começar a beber moderadamente a partir dos 30 ou 40 anos – e ter as complicações típicas do consumo excessivo mais tarde.

Como acabar com o vício em bebida alcoólica: saiba mais

Explicar como acabar o vício em bebida alcoólica nem sempre é fácil, assim como notar quando foi ultrapassada a linha entre o consumo moderado/social e o uso nocivo ou condições graves de alcoolismo.

Um detalhe importante é se a pessoa passa a ingerir álcool para aguentar as dificuldades ou para evitar mal-estar. Estes são dois dos fatores que indicam perigo potencial, ou seja, que ela pode vir a precisar de tratamento especializado para dar conta de como acabar o vício em bebida alcoólica.

Atualmente, existem diversas drogas aprovadas para combater a dependência do álcool, entre elas a Naltrexona, um remédio que bloqueia os receptores opioides existentes em nossos neurônios. Com isso, inibe no cérebro o efeito de euforia provocado bela bebida.

A descoberta de novos tratamentos vem sendo possível porque evoluiu bastante o entendimento dos processos moleculares que resultam na liberação de neurotransmissores atuantes nas sensações associadas ao álcool. Isto é: prazer, euforia, agressividade e dependência química.

Outro ponto interessante, além dos remédios que têm como foco os neurotransmissores, é o avanço significativo de estudos sobre fármacos que agem no mecanismo de estresse, responsável pelo abuso de álcool entre os mais ansiosos.

Não poderia deixar de falar no trabalho dos Alcoólicos Anônimos (AA), grupo de apoio que auxilia muita gente no Brasil inteiro a ficar longe da bebida. E que, durante um bom período, foi praticamente a única esperança de quem precisava manter a sobriedade, e a saúde.

Como acabar com o vício em bebida alcoólica? Com ajuda da medicina, de profissionais diversos (trabalho multidisciplinar), remédios, pesquisas, apoio familiar e dos amigos, estudos clínicos e, claro, força de vontade.

A expectativa é termos, nos próximos cinco ou dez anos, medicamentos cada vez mais eficazes para livrar muita gente da dependência e do sofrimento que o alcoolismo causa.

Quem sabe até remédios que permitam ter o prazer de saborear uma taça de vinho ou tomar uma cervejinha com os entes queridos sem correr o risco de perder totalmente o controle, entre outras consequências desagradáveis do vício.

Fico na torcida!

Até breve!

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